Feita em julho, quando Flávio Bolsonaro ainda era um azarão na disputa presidencial e não contava com o apoio de nomes de peso do mercado financeiro, a promessa de um ajuste fiscal equivalente a 1,5% do PIB passou a enfrentar dúvidas diante da falta de detalhamento dos cortes e dos compromissos assumidos pelo candidato, agora com perspectiva de chegar ao poder.
Fonte: UOL Economia
