Os casos de bagagens manuseadas de forma incorreta pelas companhias aéreas caíram ao menor patamar desde a pandemia de Covid-19, mas continuam representando um prejuízo bilionário para o setor. Segundo levantamento da Sita, empresa especializada em tecnologia para a aviação, cada mala extraviada, atrasada ou danificada custa, em média, US$ 260 (R$ 1.354) às empresas.
Fonte: UOL Economia
