Trinta anos depois da queda do Fokker 100 da TAM em Congonhas, a reconstituição do acidente ainda impressiona: a decolagem interrompida, o reversor que se abriu em voo, os alarmes que não soaram como deveriam e a tentativa de recuperar a potência em um avião que não tinha conseguido ganhar altitude.
Fonte: UOL Economia
