O dólar e a Bolsa iniciaram o dia em queda, pressionados pela baixa do petróleo, que derruba as ações da Petrobras, e pela cautela dos investidores diante de dados da economia dos Estados Unidos, da fraqueza da indústria brasileira e do cenário político doméstico.
A Comissão Europeia apresentou o acordo comercial da UE com o Mercosul para aprovação na quarta-feira e parece estar suavizando a oposição do principal crítico do acordo, a França, com promessas de possíveis limites às importações de produtos agrícolas.
Depois de atingir a cotação máxima histórica acima dos US$ 124 mil (R$ 674 mil pelo câmbio atual) em meados de agosto, o bitcoin (BTC) perdeu força e encerrou o mês em queda de 6,5%, segundo dados da plataforma Coinglass.
A expansão de 0,4% no conjunto da atividade econômica, no segundo trimestre de 2025, em relação ao primeiro trimestre, mostra pelo menos duas coisas. A primeira é que o ritmo de crescimento tomou uma freada forte. A segunda é que a economia continua avançando em passo razoável.
